sexta-feira, 31 de agosto de 2012

CRIANÇA E O QUARTO DOS PAIS

Oi, Queridas! O tema hoje é a cama e o quarto dos pais.Tem coisa mais gostosa do que ter nossos filhos dormindo na nossa cama, grudados conosco, principalmente no inverno e enquanto bebes (  até os 3 anos de idade )? Não, né? Mas será que isso é bom, faz bem pra eles e pra nós?
Então vamos lá.. Primeiro vamos falar sobre as crianças. Claro que pra elas é muito melhor estar com os pais. Elas se sentem seguras, ficam aquecidas e fora que a cama dos pais é sempre mais gostosa. Mas será que não é importante que elas tenham o espaço delas? Será que não é importante que elas aprendam a ficar sozinhas? Será saúdavel criar pessoas tão dependentes dos pais? Acho que não, né?
Agora vamos falar dos pais. Quem já dormiu com uma criança sabe: elas se mexem muito! Como trabalhar depois de noites mal dormidas? Difícil, não é? Se bem que, pra mim, o pior é dar adeus a vida sexual, é virar pai e mãe e deixar de ser marido e mulher. Conheço muitos casamentos que terminaram porque os pais não tinham mais espaço para uma noite de amor!
Me lembro que quando eu era pequena meus pais deixavam a gente ficar um pouquinho na cama deles mas, dormir mesmo, cada um dormia na sua cama. Durante a madrugada, muitas vezes, a porta do quarto deles estava trancada (e eu demorei pra entender o porquê!!!). Ou seja, a privacidade do casal era preservada.
Na minha casa, hoje em dia, faço parecido. As meninas ficam um pouquinho na minha cama antes de dormir e na hora em que acordam (é por que aqui mesmo as crescidas querem ficar ou dormir na nossa cama). Mas à noite cada uma fica na sua cama e no seu quarto. Na minha durmo eu e meu marido! Claro, se alguma delas fica doente nós abrimos uma exceção.. Mas na maior parte do tempo elas sabem: cada um na sua cama! E na sua casa, como é? Conte-nos!
Beijos,
Dani
quinta-feira, 30 de agosto de 2012

QUANTO CUSTA CRIAR UM FILHO

Oi!Você tem ideia de quanto vai gastar com o seu filho até ele completar a maioridade e conseguir se virar completamente sozinho? Já parou pra pensar nisso? Pois de acordo com um estudo feito por um Investigador da Universidade de Coimbra (sente-se, para não desmaiar!): você pode gastar entre  230 mil euros a três vezes mais (dependendo de sua classe social e dos luxos que esperar ocasionar a ele)!!!!! Nessa conta estão despesas com a casa, educação, lazer, saúde, vestuário e outros.
Chocada? Eu também! Pra falar a verdade, nunca pensei nisso, senão não teria nem uma filha, que dirá a quarta. Quando eu decidi ter filhos, decidi por vários fatores, porque estava apaixonada, porque me sentia preparada, porque queria exercer a maternidade, porque amo crianças, porque quero perpetuar meu nome, porque queria dar netos para os meus pais e bisnetos para minhas avós...mas, sinceramente, não parei para pensar nos custos, num primeiro momento. Já grávida dessa ultima filha confesso, comecei a refletir. Afinal, o bebezinho que ia nascer seria minha responsabilidade até conseguir um emprego, conseguir se sustentar. Nesse momento, eu pirei!!! Nossa, ter uma pessoa 100% dependente de mim "pro resto da vida"? É dose. Muitas perguntas passaram a rondar minha cabeça. Isso porque, na época, eu nem sabia dessas cifras que acabei de contar pra vocês! Sinceramente, nunca imaginei o quão caro seria.
Os responsáveis pelo estudo dizem que o mais importante é fazer um orçamento dois anos antes de engravidar. Uma planilha mesmo. E aí o ideal é imaginar, já na gestação, um aumento de 30% nos gastos por filho. Outra sugestão deles é para que se faça um investimento para o filho ainda bebê, como um plano de previdência privada, (não sei o nome que se dá aqui em Portugal) ou uma poupança. Se sobrasse dinheiro, tenho certeza que muita gente faria. A questão, na maioria das vezes, é fazer sobrar. Fazer o dinheiro render a ponto de pagar todas as contas e ainda sobrar para guardar no banco...isso é quase impossível pra grande maioria, né?
Como não trabalho com isso, confesso que não sei qual seria a solução para grande parte da população, acho que nem os economistas sabem... mas pronto, como mãe sei, que o melhor a fazer é evitar gastar dinheiro quando possível e economizar sempre, para dar aos nossos filhos tudo que eles merecem.
E fica a dica para você que gosta de planear tudo com alguma antecedência, mas também para os curiosos que ja fizeram os filhos, mas que agora quiseram saber o que vai gastar ou o que ja gastou assim como eu ( gosta de sofrer)! LoL...
No meu caso continuo a achar que um filho é tudo,menos uma despesa no meu orçamento!!!
De 200 mil a  1 milhão????? Melhor nem pensar!!
Beijos
Dani

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

MARCOS DE DESENVOLVIMENTO

Oi, gente!
Quem tem um bebê em casa sabe: quando vamos ao pediatra ele sempre pergunta se o bebê está sentando, está levando os objetos à boca, está fazendo sons diferentes, acompanha os pais com o olhar, reconhece o próprio nome, entre outras coisas. Pode parecer bobagem ficar atento a esses sinais, mas não é. Eu tenho a Diana com seis mesinhos, uma fase linda, cheia de descobrimentos e de receios da nossa parte enquanto ( pais ) e por isso mesmo resolvi conversar com vocês sobre isso. Esse é um assunto importantíssimo. É através desses sinais que a criança demonstra se é normal ou se vai apresentar algum problema. É através desses sinais que o médico vai identificar algum déficit de desenvolvimento.
Se o seu médico não for tão atento, não fizer tanta pergunta como deveria, você mesma pode identificar que algo está errado prestando atenção a alguns detalhes (já aviso que no caso de prematuros as coisas demoram um pouquinho mais para acontecer). A maioria dos bebês que tem um mês de vida segue objetos com o olhar e emite sons de vogal ("a", "u"); com dois meses, quase todos sorriem, dão gargalhadas, levantam a cabeça num ângulo de 45 graus e fazem movimentos menos bruscos; aos três meses, a maioria dá gritinhos, faz "agu" e "arru", reconhece sua voz e faz miniflexões de braço; com quatro meses, eles devem conseguir segurar um brinquedo, esticar o braço para pegar objetos e se virar quando deitadas; com cinco meses, a maioria vira na direção de barulhos novos e reconhece o próprio nome; aos seis meses, quase todos esticam o braço para pegar objetos e os põe na boca, sentam sem apoio e estão prontas para alimentos sólidos.
Importante registrar aqui que se o seu filho não fizer alguma dessas coisas no tempo previsto não quer dizer, necessariamente, que ele tem algum problema. Pode ser que ele tenha preguiça (acontece muito com bebês gordinhos, como no caso da minha Di, que ja se senta sem apoio, mas gatinhar manda me mais é a mim, pois o corpinho pesa), ou pode ser que você precise estimular mais o seu filho. Tem criança que não se vira ou nem senta no tempo esperado porque não fica no chão. Está sempre no colo, numa cadeirinha ou no carrinho. Nesse caso, os pais podem ajudar colocando o bebê de barriga pra cima no chão e, de vez em quando, de bruços, para reforçar os músculos do pescoço.
Aos sete meses muitos combinam sílabas em sons que parecem palavras, começam a gatinhar ou se arrastar; aos oito meses a maioria fica de pé segurando em alguma coisa, gatinha bem e aponta para objetos; aos nove meses quase todos usam o movimento de pinça para pegar coisas pequenas, andam pela casa apoiados em móveis, batem objetos um contra o outro; aos dez meses a maioria diz "papá" e "mamá/ã" para a pessoa certa, responde ao nome e entende o "não" e mostra o que quer com gestos; aos onze meses quase todos imitam as ações dos outros, colocam objetos dentro de um recipiente e entendem instruções simples; por fim, aos doze meses a maioria diz uma palavra além de "mamá/ã" e "papá", dá alguns passinhos e entende e cumpre instruções simples.
Repito que nada disso tem que acontecer exatamente no tempo esperado. Alguns bebês andam sem nem ter gatinhado, por exemplo. Mas precisamos ficar atentos. Eu fico de olho em todo e qualquer progresso da minha Diana, de seis meses. Aliás, ando "conversando" bastante com ela, já que quero vê-la gatinhar ainda este mês. Será que rola? Vamos ver!
Beijos
Dani

terça-feira, 28 de agosto de 2012

CHEGUEI

                           
 Oi gente! Que legal que vamos ter mais um espaço pra trocar ideias, né?

Pois a partir de hoje a gente vai se encontrar aqui no blog pra falar de um assunto delicioso: maternidade!

Aliás, o primeiro post eu escrevo num momento muito especial da minha vida. Fui mãe a 6 meses!!! e estou deliciada!!!

Aqui nesse espaço eu vou dividir com vocês todas as angústias, dúvidas e toda correria comum nesse momento! O bom é que eu sou uma mãe experiente, o que significa que muitas coisas eu já sei…mas tenho tanto pra aprender ainda…quem sabe eu não ajudo vocês e vocês não me ajudam nessa caminhada?

Vamos juntos?

Beijos,

Dani









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Danielle Martins - Mineira que vive em Portugal, esposa e mãe dos melhores, Esteticista em período sabático. Gente fina- mais gente do que fina, e menos fútil do que parece e tem o problema de ter mais bom gosto do que dinheiro. Belo Horizonte-MG / Lisboa-Portugal
 

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